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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Prefeitura inicia a pavimentação da Av. Ferroviária I e II na Vila dos Pescadores

Serviços de limpeza já foram realizadas e obras começam nesta segunda-feira

 

Atendendo a uma reinvindicação antiga dos moradores do núcleo habitacional da Vila dos Pescadores, a administração municipal, por meio da secretaria de obras, inicioi na manhã desta segunda-feira (23/05) as obras de pavimentação asfáltica da Avenida Ferroviária I e II.

Esta obra de pavimentação irá beneficiar aproximadamente 3.500 famílias que sofrem diariamente com poeira e, nos dias de chuva, com o acúmulo de poças d’agua e lama, fato este que torna aquela via intransitável em dias de chuvosos. Os serviços estão sendo possíveis apenas neste momento, devido a uma autorização do Ministério Público para obras dentro do programa Guará Vermelho, por ser considerada uma importante via de acesso para o início das obras de urbanização da Vila dos Pescadores.

A avenida Ferroviária I e II tem a extensão de 1,5 quilômetro por 6 metros de largura e o trânsito terá mão dupla. A empresa responsável pelos serviços será a Termaq Construções Ltda, vencedora da licitação do contrato de pavimentação geral da cidade, que após uma avaliação quanto as necessidades do local, fez uma limpeza na área para poder inicio dos serviços. No local serão realizados serviços de macro drenagem, compactação do solo, implantação de 3 mil metros de guias e sargetas e pavimentação de toda a via.

As obras terão um prazo de entrega de 150 dias, sendo custeadas pelo orçamento municipal e fazem parte do Plano Municipal de Investimentos, que destina mais de R$ 87 milhões, aprovado no Orçamento Participativo, para obras no ano de 2011.

História - A Vila dos Pescadores surgiu na década de 1960, quando um grupo de pescadores artesanais se instalou no local, visando a exploração do Rio Casqueiro, fonte geradora de seu sustento. Alguns recursos básicos favoreceram o crescimento da vila, como a proximidade do bairro residencial do Jardim Casqueiro e da Via Anchieta.

A partir de 1972, devido ao problema habitacional na região, verificou-se um crescente fluxo populacional nesta área. Esta situação se agravou quando a empresa santista de economia mista Progresso e Desenvolvimento de Santos S.A. (Prodesan) iniciou a execução de um aterro sanitário, em território santista situado na margem oposta do Rio Casqueiro, o que obrigou a população que ocupava essa área a se deslocar, vindo a instalar-se na então denominada Vila Siri.

O núcleo está situado nas proximidades do Jardim Casqueiro, ocupando uma área de 13 hectares entre o Rio Casqueiro e os trilhos da antiga Rede Ferroviária Federal ou E.F. Santos-Jundiaí (RFFSA), sendo limítrofe à Av. Bandeirantes, até proximidades do Viaduto Rubens Paiva (ex-31 de Março).




Texto: José Mário Alves - MTb 59.316/SP

Fotos: Rodrigo Fernandes – PMC




8ª Festa da Carne Seca esquenta o Jardim Nova República


Núcleo cubatense comemorou seu 26º aniversário

 

Fenômeno curioso aconteceu neste domingo, no Jardim Nova República: conforme a tarde ia terminando e uma noite fria de outono enluarado chegava, mais quente ficava a Avenida Deputado Esmeraldo Tarquínio, animada pela 8ª Festa da Carne Seca. E lá pelas 22 horas, quando os termômetros deveriam acusar as menores temperaturas, o calor da festa nordestina chegava ao auge, com um mar de gente cantando e dançando ao som de forró e vaquejada de Francis Lopes, que dizia assim: "...e se a prefeita Marcia deixar/Eu vou carregar/oito mulheres daqui..."

Citando suas novas canções, o artista lembrava que "cada prédio em São Paulo construído/tem o sangue e o suor do nordestino", e ao perguntar no espetáculo sobre a procedência do público, descobria fãs nascidos em todos os estados do Nordeste, especialmente um grupo maranhense bastante animado. Aliás, muita gente de outras cidades da Baixada Santista também compareceu: Santos, São Vicente, Praia Grande...

A festa começou às 14 horas, com o grupo Reversão, seguindo-se o Estação 7, Justino e Marizete, enquanto o grupo Pegada Forte aproveitou para gravar seu primeiro DVD ao vivo. E era ao som de "Posso não, quero não", ouvido vários quarteirões longe do palco, que até uma vendedora de espigas de milho dançava, nessa hora. Já as crianças se esbaldavam nos brinquedos infláveis montados pela Apae, enquanto nas dezenas de barracas de comidas e bebidas típicas o movimento era cada vez mais intenso.

"Superman ficou fraco", ao som do grupo de dança Agita Brasil, que também apresentou, ao anoitecer, a composição inédita "Selo de qualidade". Na festa realizada pela Associação dos Moradores do Jardim Nova República (representada pelo titular Roxinho), com apoio da Prefeitura através da Secretaria Municipal de Cultura, Kokinho Guerreiro e o locutor e promotor de eventos "By Sydney", se revezavam na distribuição de brindes oferecidos por comerciantes locais: "Quem quer beijo na boca?" – brincavam, entregando vales para essa e outras bebidas da Sony, junto com camisetas da Dany Modas e relógios da Marabraz.

Aviões e terremoto - Enquanto a maioria do público olhava para o palco, o secretário de Cultura, Welington Ribeiro Borges, observava o céu estrelado e constatava: "Os aviões aqui voam mais baixo" – e era mesmo uma sucessão de aeronaves sobrevoando em baixa altitude a área da festa, em sua rota para os aeroportos paulistanos. Também presentes os secretários chefe de gabinete, Esportes e Lazer, Educação, Habitação e o presidente da Cursan.

Um tremor de terra: começava a "Dança do Terremoto", comandada pelo Buzão do Forró, que também cantava "Vou procurar alguém que queira me amar". A multidão respondia: "Vem dançar comigo"; e na frente do palco, um grupo de crianças seguia direitinho o ritmo. Também se destacava na dança, entre o público, o par formado por Márcia e o cearense Chico do Buxão.

Logo chegaria a vez das pessoas serem convidadas para subir ao palco e dançar com Francis Lopes, seus músicos e as bailarinas. Quem não se fez de rogado foi o vereador Francisco Leite da Silva, o Bigode, que já mandava ver no forró, lá embaixo; mas quem arrebatou mesmo o público foi a menina Júlia Beatriz da Silva, de apenas 8 anos: deu um show inesperado e ganhou muitos aplausos e presentes.

Também foram premiados os três melhores pratos da festa (em terceiro, barraca 7; em segundo, barraca 2), e as três barracas com decoração mais criativa (em terceiro a barraca 6 e em segundo a barraca 1). O primeiro lugar em ambas as categorias foi para a barraca 12, da senhora Erenice, que levou assim os dois troféus principais da festa.

"Não sei de onde vem essa força...", continuou Francis Lopes, que apresentou ainda outras músicas conhecidas ou inéditas. Para vários participantes que comentavam em rodas de amigos, ali perto, foi uma das melhores festas que Cubatão já viu. Ou, como disse o artista encarregado do principal espetáculo da noite: "Sacudindo... é bom demais!".


Carlos Pimentel Mendes – MTb. 12.283-SP

Fotos: Rodrigo Fernandes




quarta-feira, 18 de maio de 2011

Praça da Cidadania começa a ser erguida

Vila São José se transforma num grande canteiro de obras

Todos os trabalhadores da empresa Tumi Construções e fiscais da Prefeitura, que estarão diariamente envolvidos na construção da Praça da Cidadania da Vila São José, concluíram o treinamento ministrado por engenheiros da Transpetro e já estão executando as obras no local com segurança e total conhecimento dos procedimentos pertinentes àquela região.
Por se tratar de uma obra complexa, sobre a faixa de duto, serão adotadas normas específicas de segurança e de execução para a efetivação dos serviços, que terão estruturas devidamente apropriadas para utilização nestes casos.
Durante quinze dias, os trabalhadores receberam orientações de normas de segurança e procedimentos necessários para “Permissão de Trabalhos” (PT), e ainda fizeram uma Análise de Prevenção de Risco (APR), que gerou um documento com mais de 25 páginas, em que são tratados assuntos como trabalho em altura, utilização de máquinas elétricas e a diesel, uso de maçarico e britadeira, estabelecimento de rotina diária para a liberação e encerramento das atividades no local das obras que sejam de faixa sob dutos.
As chamadas praças da Cidadania são um novo conceito de área de lazer que prevê a utilização por várias faixas etárias, de crianças a idosos, englobando esportes e cultura. No equipamento da Vila São José, o projeto inclui um campo de futebol society com gramado sintético, academia de ginástica e espaço para a terceira idade, teatro de arena, playground, pista de skate, espelho d’água, jardim, iluminação e bancos. A praça estará interligada ao campo de futebol recém inaugurado, formando um amplo complexo de lazer para a população. Paralelamente à construção da praça, será reformada a Unidade Básica de Saúde (UBS) do bairro que, em junto com o novo muro da rede ferroviária, revitalizarão a região da Vila São José.

Texto: José Mário Alves - MTb 59.136/SP
Fotos: Henrique Ramos


sábado, 30 de abril de 2011

A “turma do não” e o Baile da Solidariedade


Recebi mais um -e-mail de um dos porta-vozes da "Turma do Não", ou poderia ser da Turma dos Reclamões, dos urucas, dos "Quanto Pior Melhor", dos que põe seus projetos pessoais acima dos projetos da cidade.

Bom, não importa o nome que vamos dar a esta turminha que não quer ver a cidade progredir, o que importa é que um destes porta-vozes da "Turma do Não" está criticando um evento como o baile oficial da cidade ou Baile da Solidariedade, que já é realizado há vários anos na cidade, mas agora não presta, só porque está sendo organizado por uma administração ligada ao partido dos Trabalhadores (PT), que foi eleita democraticamente pelo povo cubatense, é o fim da picada.

O pior é  o tom do discurso piegas e demagógico. Aliás, por falar em tom, tenho reparado que estes e-mails parecem serem escritos por pessoas diferentes, pois tem e-mails que é um verdadeiro atentado a nossa língua pátria, mas tem outros que deixam transparecer que foi escritor por um lingüístico. Será dupla, tripla ou quádrupla personalidade? Vai saber!

Mas vamos nos ater as criticas feitas ao baile.

Primeiramente, várias cidades da Baixada realizam seus Bailes Oficiais. Porque Cubatão não pode ter o seu? Talvez seja porque a "Turma do Não”, acha que nossa Cidade não mereça ter este tipo de evento! Talvez ache que Cubatão é inferior as outras cidades! Ou talvez seja apenas mais uma critica feita apenas para tentar desqualificar a atual administração e também nossa cidade.

O e-mail fala que o Baile é para poucos, como se a atual administração não realizasse e apoiasse tantas festas populares nos bairros da cidade.  O pior cego é aquele que não quer ver.

Outra coisa importante - toda a renda dos convites é para aplicar nos programas sociais do Fundo de Solidariedade. Quem participa do Baile está ajudando os mais necessitados e tentar rotular as pessoas que vão ao Baile de "ricaços" e "elite",  é simplesmente lamentável, amargurante, ridículo e menosprezar esta atitude positiva destas pessoas.

São exemplos como este e-mail que podemos perceber a tática de tentar desqualificar a atual administração. Vocês perceberam, que quando a população está elogiando uma ação da atual Administração ou quando um assunto tem boa repercussão na imprensa regional, como a maior aprovação popular na área da saúde da baixada santista, logo aparece um factóide criticando. Exemplos é o que não faltam: As obras do Parque Anilinas, a reforma da Rodoviária, as escolas reformadas, etc. Deste jeito, dá até para prever o que vão criticar em seguida: Campo da Vila São José, Praça da Cidadania, as UBSs e tantas outras obras que virão pela frente.

"Turma do Não", contenham-se! Olha o cotovelo!

terça-feira, 26 de abril de 2011

A Turma do Não e a tática de desqualificar o governo


Em Cubatão, a corrida para o Palácio Piaçaguera já começou há muito tempo. As forças políticas do passado já se articulam e algumas já colocaram em prática os planos elaborados para tomarem para si o poder das mãos do PT e voltarem a administrar a cidade.
A oposição está usando táticas de contrainformação para desestabilizar e desqualificar a atual Administração Municipal. Para quem conhece estas táticas sabe que eles estão se utilizando de “falsa informação”, “desinformação”, criando “decepção” e “dúvida” em relação ao Governo do PT. Isto foi muito utilizado na última campanha presidencial contra a Dilma pelas mesmas correntes ideológicas que atuam em Cubatão agora. Para quem quiser saber mais sobre estas táticas, pode acessar os links http://www.brasiliano.com.br/blog/?p=140 ou http://www.rodrigovianna.com.br/tag/contra-informacao .
Esta rede de desestabilização e desqualificação se utiliza de pessoas, veículos de imprensa e políticos a serviço destas forças. E funciona da seguinte maneira:
Em qualquer ato positivo da Administração, sejam as reformas dos próprios municipais, construção de novos prédios públicos, investimentos na Educação, etc, é feito uma campanha para amplificar os pontos negativos, por menores que sejam, e suprimir ou abafar os positivos. Entre as ações estão “visitas” de políticos para denunciar estes supostos pontos negativos (devidamente acompanhados pelos veículos de imprensa de oposição), depois vem os e-mails de pessoas apontando sempre erros e por fim a publicação das matérias negativas.
Mas estes opositores também podem se alimentar um do outro, ou seja, a matéria de jornal pode virar subsídio para os e-mails e/ou os e-mails podem virar subsídio para os veículos ou ainda, os vereadores podem ser a fonte das informações.
No caso dos e-mails, que podem vim de eco-chatos e pseudos-analfabetos-jornalistas, podemos perceber que os críticos só apresentam os problemas, mas nunca apontam ou sugerem uma solução para resolver a questão, o que, desta forma, poderia se tornar uma crítica construtiva. Mas não é este o objetivo destas pessoas. Não há interesse de que a coisa de certo, muito pelo contrário, a filosofia é: Quanto pior, melhor! Desqualificar e desestabilizar!
Seguindo a tática de guerrilha de informação, após os e-mails virão as faixas e panfletos apócrifos contra a administração.
Isto tem funcionado muito bem. Até pessoas ligadas ao governo e ao Partido dos Trabalhadores estão sendo influenciadas por estas forças ocultas e propagando as críticas à administração. A tática começa a funcionar. A população está com os olhos fechados os pontos positivos do governo e só enxergam os negativos.
Mas temos que ter cuidado com estas forças que tentam tomar o poder para si. São as mesmas forças que governaram esta cidade para poucos e que deixaram uma herança maldita para se revertida. Eles tiveram muitos interesses contrariados com a eleição de Márcia Rosa e agora tentam retornar o poder.

Paixão de Cristo
Tenho recebido e-mails criticando a Prefeitura e o secretario de Cultura por manter a tradicional encenação da Paixão de Cristo, contudo realizado por outra entidade teatral.
Os críticos, que devem fazer parte da já manjada “Turma do Não”, dizem que a Prefeitura afastou o Cotac desta encenação. Contudo, os mesmos críticos já dão a resposta do porque a entidade teatral não pode mais receber verbas públicas – não prestaram contas de subvenção recebidas no passado, ou seja, traduzindo, não conseguiram explicar onde foi empregado o dinheiro público lhes ofertado.
Não vamos aqui acusar ninguém, pois não tenho conhecimento do processo e com isso, não possa afirmar que houve dolo no uso da verba pública, mas o fato é que utilizaram verba pública, ou seja, do contribuinte, e não fizeram a devida prestação de contas ou a fizeram de modo errada.
Mas o que me revoltou foi a proposta que a “Turma do Não” fez para que o Cotac volte a encenar a Paixão de Cristo – colocar um interventor na presidência do grupo e perdoar a dívida por decreto. Ou seja, as mesmas pessoas que inúmeras vezes vem criticar a Prefeitura por supostos usos indevidos de verbas, agora pede para a Prefeitura “passar a mão na cabeça” do Cotac é perdoar o grupo que não utilizou de forma devida o dinheiro público. Pedem para a Prefeitura ser omissa e negligente. Sem contar que, em um caso semelhante, da APAE, quando a Prefeitura quis colocar um interventor para sanar a dívida da entidade com o erário público, também por falta de prestação de contas, bradaram que aquilo era um absurdo! Mas agora pedem que se faça isto com o Cotac. Isto, ao meu ver, é pura demagogia de quem sempre procura criticar as ações da atual administração, mesmo que para isso caia em contradição. Esta “Turma do Não” me revolta.